Blog do Povo


Noblat: “nem sempre vence o melhor”

 

 

 

 

                Quem leu o blog do ínclito colunista do jornal O Globo Ricardo Noblat deve ter, inicialmente, pensado que ele quando falou que “nem sempre vence o melhor” estava se referindo a um jogo de futebol. No esporte isso ocorre com certa freqüência, mesmo porque as variáveis envolvidas em competições esportivas e na política são logicamente diferentes.

 

                Ricardo, ao que tudo indica, quando analisa que Dilma possa ganhar as eleições ainda no primeiro turno – por uma escolha do povo –, não aceita o resultado e credita sua vitória à falta de condição intelectual do povo, que, neste momento, não escolhe o melhor candidato. Serra, para ele.

 

                Contudo, vamos tentar seguir o raciocínio do colunista das Organizações Globo. Pois bem, ele diz que o povo não sabe votar porque escolhe a Dilma ao Serra. Ou seja, se não é o Serra, qualquer outro eleito será uma demonstração inequívoca de que a democracia é boa, mas nem tanto assim. O que é isso, Noblat?

 

                Por outro lado, quando esse mesmo povo, que é “burrinho”, elegeu o sociólogo de Higienópolis (Fernando Henrique Cardoso) por duas vezes, naquela ocasião soube votar, mas agora – quer dizer, há 8 anos – esqueceu de tudo. Desse modo, a tese do colunista do jornalão da família Marinho sucumbe diante da mais simplória verificação.

 

                Diante do exposto, não aceitar as escolhas populares é – sem dúvida – o exercício predileto de uma elite decadente que, todos os dias, busca golpear mortalmente a democracia, para, assim, se beneficiar do autoritarismo e tirar proveito como em um passado não muito distante. A estas pessoas, fica o desprezo do povo brasileiro que, felizmente, não está nem aí para eles.



Escrito por Marcelo Paz às 22h29
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Por que o TSE não enquadra a Rede Globo?

 

 

 

 

                 Será que nem a Justiça brasileira pode com a Globo? Pelo que se vê, atualmente, não. Esse parasita que sorve, a cada dia, as forças do povo brasileiro, não pode ficar impune diante de tantas barbáries que vem fazendo desde a sua sinistra fundação.

 

                 Incrível como o Tribunal Superior Eleitoral e, mais ainda, o Ministério Público Eleitoral não vêm que a Rede Globo não passa de um partido político – sem registro no TSE, é claro – , que, sistematicamente, faz oposição ao governo Lula e, em conseqüência à sua candidata, a ex-ministra Dilma Roussef.

 

                É interessante como, não se sabe o porquê, alguns procuradores do TSE são tão vigilantes quanto às ações do Presidente Lula e da candidata Dilma que, até propagandas ‘subliminares’ eles conseguem perceber. Contudo, as violações à Lei Eleitoral, os distintos procuradores deixam passar em branco. Incrível! Inusitado!

 

                Pois bem, não é à toa que a população não acredita na justiça, porquanto acha que, no Brasil, só vai para a cadeia os três P: (não é parceria – público – privada). Desse modo, é melhor para a justiça – se não quiser ser acusada de cumplicidade – deixar as preferências partidárias de lado e, de forma democrática, cumprir com as suas responsabilidades.

 

 



Escrito por Marcelo Paz às 00h08
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A Globo e o seu ódio mortal do povo brasileiro

 

 

 

 

                A Rede Globo de televisão, a cada eleição, se posiciona contra o povo. Se a população está de um lado, ela, a Vênus prateada está do outro. Sempre procurando um meio de escravizar mentes com novelas de duvidoso valor moral e, o que não é nenhuma novidade, programas que incentivam a desestruturação das famílias (BBB, por exemplo).

 

               Está mais do que na hora de a sociedade dar um basta a tudo isso. Afinal de contas, a Globo é opera uma concessão pública e, por isso, deve satisfação ao povo. Segunda-feira, por ocasião da entrevista com a candidata Dilma, os apresentadores do Jornal Nacional pareciam cães enfurecidos, que partiram para cima da candidata, demonstrando um total desrespeito ao ser - humano. Eles, o casal Bonner, acredita-se que a mando dos patrões, tentou de todas as formas desqualificar e desmoralizar a ex-ministra. Porém, foi vã a tentativa, porquanto Dilma, sempre serena, colocou os insipientes jornalistas no seu devido lugar. Ou seja, debaixo dos seus pés, como uns verdadeiros capachos dos seus patrões.

 

              Hoje, o William e Fátima, como que seguindo um roteiro de uma das frívolas novelas globais, deixaram o candidato Serra – que é o preferido das elites preconceituosas – desfilar à vontade sobre o que pretende fazer caso seja eleito (o povo não quer). Bonner, que com a Dilma foi um Pit Bull, com Serra, parecia um podle de circo, daquele que o adestrador manda deitar, rolar, fingir que dorme, e ele, pacificamente, obedece. Só pedidos de desculpas, por interromper a resposta do candidato, foram três. Isso mesmo, três. Nem parecia o cão feroz que queria, a todo custo, devorar a Dilma.

 

                Portanto, com a Globo é assim: não interessa o que o povo quer, mas o que a emissora deseja para o País. Ela ignora completamente a vontade popular para fazer valer o seu império (que já foi maior e mais influente). A Rede Globo tem de entender que não possui mais tanta influência sobre a sociedade brasileira, a não ser daquela parcela ignóbil e alienada, que – apesar do tempo – ainda não aprendeu a pensar com o próprio cérebro.   



Escrito por Marcelo Paz às 22h20
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Globo assume, de vez, a candidatura Serra.

 

 

 

                Hoje, no Jornal Nacional, os apresentadores daquele telejornal investiram contra a Dilma, tais quais uns cachorros loucos. Nem dá para considerar aquilo uma entrevista, pois na medida em que eles faziam as perguntas, também não a deixavam concluir as respostas.

 

                Foi simplesmente patética a cena protagonizada pelo casal vinte do telejornal global. William e Fátima abedeceram à risca as ordens emanadas da cúpula da emissora. Ou seja, fizeram perguntas cretinas e tendenciosas, completamente na contramão do que quer o eleitor brasileiro. Ao que parece, para e emissora dos Marinhos, o Brasil ainda é uma colônia (só que agora, rebelde).

 

                Enquanto o povo espera uma entrevista onde o candidato possa mostrar seu programa de governo, os apresentadores da Vênus prateada, sem se fazerem de rogados, tentaram, porém sem êxito, deixar a candidata petista em uma situação difícil. Eles achavam – não se sabe o porquê – que a ex-ministra não saberia responder à altura as provocações do submundo da mídia brasileira.

 

                 Assim, se de um lado temos a lamentável atuação dos empregados da Globo, do outro, temos de comemorar a firmeza e a inteligência da candidata Dilma, que – de forma brilhante – soube driblar as armadilhas medievais dos Marinhos e da elite golpista brasileira.



Escrito por Marcelo Paz às 22h51
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Sucessão presidencial: debate morno e engessado

 

 

 

 

                A Band, que ontem realizou o primeiro debate com os principais candidatos à Presidência da República, eliminou toda e qualquer para que os candidatos pudessem fazer um debate propositivo, pois – com o formato engessado e tempo limitadíssimo – os candidatos sequer conseguiam apresentar com objetividade uma proposta em qualquer área.

 

                Foi um debate morno e sem graça, onde – por incrível que pareça – só o candidato do PSOL, Plínio Salgado, com seus ideais comunistas, produziu um embate um pouco mais acalorado (mesmo que recheado de sarcasmos).

 

               Dilma foi a de sempre, técnica, objetiva e propositiva, apesar do tempo para as respostas não deixá-la ser mais esclarecedora. Desse modo, ela não conseguia finalizar suas proposições.

 

               Marina foi bem, evitou o seu tradicional discurso do meio ambiente e pautou suas proposições mais na educação (foi muito assertiva). Porém, sofreu o mesmo problema da Dilma: a falta de tempo.

 

                Serra foi pragmático e pouco objetivo, mas pelo menos foi educado, pois – sem a menor dúvida – uma boa parte dos seus correligionários queriam um debate mais agressivo, o que poderia ser o sepultamento definitivo da já combalida campanha tucana.

 

                Portanto, acredito que a TV Bandeirantes perdeu – em função das regras demasiadamente chatas – a chance de fazer um debate mais propositivo. Pois, se o objetivo do debate é apresentar propostas de governo, com esse formato de debate isso se torna praticamente impossível.  



Escrito por Marcelo Paz às 10h33
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O direito de resposta e a liberdade de expressão

 

 

 

 

                Recentemente, o Tribunal Superior Eleitoral – num julgamento inédito – concedeu ao PT o direito de resposta relativa à matéria veiculada pela revista Veja, onde – para variar, de forma passional – ela endossa as declarações insanas do candidato a vice-presidente na chapa tucana, Índio da Costa. Com isso, alguns jornalistas acusaram a decisão do TSE como sendo uma ameaça à liberdade de expressão. Será?

 

                Pois bem, quer dizer que qualquer jornalista pode escrever o que bem entender a respeito de qualquer cidadão, e – a pretexto do sigilo da fonte e da liberdade de expressão – este não tem o direito de se manifestar? Ora, para quem conhece minimamente a Constituição Federal, sabe que não existe direito absoluto (nem mesmo o direito à vida).

 

                Consequentemente, são improcedentes os argumentos daqueles que, sem a menor noção do que é legal, ficam espalhando mentiras acerca de ameaças à liberdade de imprensa no Brasil. O que estes desejam? Um Estado que não proteja os seus cidadãos? Ora, se querem liberdade para falar e escrever o que bem entendem, também têm de entender que o cidadão possui, também, o sagrado direito de resposta quando se sentir injustiçado.



Escrito por Marcelo Paz às 20h19
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Deu no Blog Tijolaço: do grande deputado Brizola Neto

Serra fala sobre o pré-sal por meio de assessor: Entregar!

                O consultor de José Serra em suas propostas na área de energia, David Zylbersztajn, revelou hoje como o candidato tucano vê o pré-sal e o papel da União no gerenciamento dessa imensa riqueza. Segundo matéria do Estadão, ele atacou sem meias palavras o fortalecimento do Estado no setor energético durante o governo Lula, em especial na área do petróleo.

               Ex-genro de Fernando Henrique Cardoso, Zylbersztajn recebeu o comando da Agência Nacional do Petróleo durante o governo tucano para tocar a licitação de áreas de exploração e produção na costa brasileira, depois da quebra do monopólio da Petrobras. Sempre foi defensor ferrenho do modelo de concessão, que entregava o petróleo brasileiro às multinacionais.

                Em palestra no Energy Summit, evento que orienta os investidores a atuar no mercado brasileiro de energia, Zylbersztajn disse que o Brasil está “saltando de um clube a outro” ao assumir maior controle sobre o petróleo e classificou a criação da Pré-Sal Petróleo, estatal que assegura a hegemonia pública sobre a nova província petroleira, de “uma das maiores barbaridades já vistas no mundo.”

                Barbaridade só se for para as empresas privadas a quem Zylbersztajn passou a prestar consultoria depois que deixou a agência pública, mandando às favas os pruridos de quem lidou com informações privilegiadas do setor. Para o Brasil é a segurança de gerir a imensa riqueza do pré-sal, garantir que ela atenda aos interesses do povo brasileiro e controlar sua exploração de forma racional.

                A revolta do assessor de Serra na área de energia é perfeitamente compreensível. A criação da empresa do pré-sal e o novo marco regulatório que garante à Petrobras o papel de operadora exclusiva das gigantescas jazidas enterra qualquer pretensão privatizante tucana. Durante os anos de Zylbersztajn à frente da ANP, no governo integrado por José Serra, o petróleo deixara de ser nosso para ser explorado por dezenas de empresas que invadiram o país com a quebra do monopólio da Petrobras. Para o pré-sal, era esse o modelo com que os tucanos sonhavam, mas o governo Lula garantiu no Congresso Nacional que a regra do jogo mudasse.

                É essa a mudança de clube que o consultor de Serra trata de forma tendenciosa em seus argumentos. Ao se referir à troca do regime de concessão para o de partilha, ele disse que o Brasil sai de um clube integrado por Noruega, Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, para outro onde estão Iraque, Arábia Saudita, Nigéria e Líbia, mas ao criticar a estatal do pré-sal não menciona que ela se inspira justamente no bem sucedido modelo norueguês.

                E ao tentar contrapor de forma preconceituosa países europeus e norte-americanos aos países árabes, o representante de Serra não menciona o fato de que dos 24 países com as maiores reservas de petróleo do mundo, dois terços operam sob o regime de partilha ou de prestação de serviço.

Zylbersztajn expôs muito mais do pensamento de Serra, como a defesa de um papel menor do Estado na economia, a acusação de aparelhamento do Estado, que Serra chamou de “República Sindicalista”, retomando o palavreado da direita na derrubada de Jango, e as acusações genéricas de corrupção de quem só vê o mal nos outros.

               Ao fim do evento, não respondeu aos jornalistas de que forma um suposto governo tucano lidaria com o novo modelo de partilha,  aprovado pelo Congresso. Mas nem era preciso. A resposta já estava contida em sua palestra e nos oito anos do governo que integrou, com papel relevante na entrega de nossas riquezas.

 



Escrito por Marcelo Paz às 23h09
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Brasil: uma democracia à prova de golpes.

 

 

 

                Por mais que alguns setores da sociedade persistam nas atitudes golpistas, será difícil conseguir derrubar a já consolidada democracia brasileira. Apesar de os principais veículos de comunicação tentarem – em vão – mostrar à sociedade que o País não vai bem, assim mesmo o povo irá decidir que caminho quer tomar a partir de 1 de janeiro de 2011.

 

                Todos os dias, sistematicamente, rádios, jornais e a televisão mostram um Brasil completamente diferente do que estamos vendo e sentindo. Eles descrevem um País em crise e sem liberdade de imprensa. Ora, o povo já entendeu que não pode confiar na imprensa, pois essa não representa os seus interesses, mas apenas os interesses de uma pequena burguesia, que ainda não percebeu que sua hegemonia acabou.

 

                Assim, nem mesmo as falácias diárias e as seguidas tentativas de enfraquecimento das instituições, por parte dessa burguesia decadente, serão suficientes para desmantelar a maior conquista do povo, que é a democracia. Eles estão bastante incomodados com as transformações pelas quais o País vem passando. Onde, a cada dia, o povo está mais consciente e menos alienado e, portanto, menos vulnerável ao domínio dessa combalida aristocracia.

 

                Portanto, os últimos anos foram decisivos para erguer a auto-estima do povo brasileiro e fazê-lo perceber que ele, e somente ele, é capaz de mudar o seu destino. Já não era sem tempo, pois é muito difícil manter adormecido por muito tempo um gigante como o Brasil.



Escrito por Marcelo Paz às 21h37
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Uma direita sem discurso e sem rumo.

 

 

                É lamentável, contudo não surpreendente, a situação em que se encontram os partidos e as intituições mais conservadoras do País. Sem um discurso convincente, esses atores que outrora dominavam a cena política, hoje  se veem fadados a ocupar um pequeno espaço do espectro político nacional.

                Não é a toa que os candidatos que, nos últimos 8 anos, se preocuparam em fazer apologia a golpes – rememorando os anos de chumbo - , estão sentindo uma forte dificuldade em retornar aos seus cargos no Congresso Nacional, como é o caso de alguns senadores e deputados federais.

                Além disso, vale ressaltar o fato de eles estarem sem um projeto claro, que seja capaz de confrontar, à altura, com o projeto proposto pelo atual governo. Na verdade, a oposição, hoje, representa as forças mais retrógradas que mantiveram – ao custo de muita miséria – o grande gigante adormecido.

                Assim, pelo visto, da mesma forma que a população votou em FHC, em nome da estabilidade monetária (mesmo que essa desmoronasse em 1998, logo após as eleições), assim também, ao que tudo indica, o fara em nome da manutenção das inúmeras conquistas do atual governo.

                Portanto, se a oposição tem  interesse em voltar a governar o Brasil, é melhor ela mudar o discurso, caso contrário, estará condenada a ficar mais 4 anos, pelo menos, fora do poder. Pois, o povo não está nem um pouco disposto a correr riscos. Sabe como é: Para que arriscar? Só se não tivesse outra opção melhor. Nesse caso, o País tem.



Escrito por Marcelo Paz às 14h28
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Telefonia: do monopólio ao oligopólio.

 

 

 

 

               Ontem, o mercado de telefonia ficou eufórico com os boatos de compra e venda de ações das principais empresas de telefonia que atuam no Brasil. A espanhola Telefonica adquire a Vivo e a Portugal Telecom ficaria com uma fatia da Oi. Mas será isso suficiente para baixar o preço das tarifas e melhorará os serviços?

 

               Se, até os anos 90, o mercado de telefonia no Brasil era dominado por uma única empresa que – sem investimentos –, sequer, conseguia prestar um serviço descente à população e, ainda, havia uma enorme limitação no número de aparelhos disponíveis.

 

               Agora, depois das privatizações, temos uma situação diferente, porém, que guarda, com aquela, algumas semelhanças. Pois, se temos aparelhos e linhas em abundância, contudo as tarifas e os serviços são simplesmente horrorosos, basta ver que as teles, assim como os bancos e as administradoras de cartões de crédito, são campeões em reclamações nos Procons, pelo País afora.

 

               Logo, o governo e, principalmente, a Anatel tem de avaliar muito bem quais serão os benefícios que esse mega negócio trará para os clientes dessas operadoras, pois, até agora, o que se vê é um mar de confusão na prestação de um serviço tão essencial ao conjunto da economia. Afinal de contas – na era da internet – a comunicação é fundamental para o desenvolvimento.



Escrito por Marcelo Paz às 23h22
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GREENPEACE: as duas faces de uma ONG.

 

 

 

               Recentemente, aqui mesmo neste espaço, trouxe à tona uma discussão sobre a medíocre, para não dizer omissa atuação do Greenpeace no caso da tragédia ambiental (talvez a maior da história) causada pela petroleira britânica a British Petroleum – BP.

 

               Criada em 1971, no Canadá, por um grupo de norte-americanos e, atualmente, com sede em Amsterdã, a ONG que é formada pela justaposição de duas palavras inglesas, cujos significados são, respectivamente, verde e paz, não teve a sua atuação restrita apenas aos Estados Unidos, mas também ganhou status internacional pela sua ‘luta pela preservação do meio-ambiente’. Até aí tudo bem, nada demais, na verdade é uma iniciativa louvável que parte de pessoas que não vivem apenas o dia de hoje, mas vislumbram um amanhã melhor para as futuras gerações.

 

                Porém, a atuação dos verdes da paz – em determinados casos – parece um tanto quanto dúbia, pois – se de um lado eles lutam contra desmatamento de florestas nos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, por outro eles não têm a mesma tenacidade quando se tratam dos interesses dos países ditos desenvolvidos, como é o caso dos EUA e da Grã-Bretanha.

 

               Assim, foi decepcionante a atuação medíocre do Greenpeace no trato com a BP e com os USA. Pois, se eles são verdadeiramente guardiães do meio ambiente, deveriam condenar peremptoriamente a atitude tacanha do presidente Obama, que – com palavras vazias, foi incapaz de sancionar, à altura, a petroleira britânica.

 

               Conseqüentemente, temos que ver estas ONGs com outros olhos quando elas se referirem ao Brasil em questões ambientais, pois sabemos que eles não são tão isentos assim, muito pelo contrário, são passionais demais.



Escrito por Marcelo Paz às 23h19
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Devido processo legal: a afronta à Constituição Federal

 

 

 

 

               Não é de hoje que o País vem assistindo, infelizmente, a um verdadeiro desrespeito à nossa Carta Magna. O devido processo legal, uma das maiores garantias constitucionais, não está sendo observado pelas nossas autoridades. Isso vem ocorrendo com a leniência e a letargia do Estado que, por força legal, tem a obrigação de cumprir.

 

                 Inúmeros são os casos de abuso de autoridade no Brasil. Hoje, a pretexto de dar uma resposta contra a violência à sociedade, as polícias, o Ministério Público e o Poder Judiciário vêm transformando delitos em verdadeiros espetáculos midiáticos.

 

                Assim, basta ver nos casos de grande repercussão – como é o caso do goleiro Bruno, do Flamengo – onde, tanto delegados quanto promotores, extrapolam às suas atribuições e, como numa tragédia grega, saem falando pelos cotovelos e, muitas vezes, comprometendo a própria legalidade do inquérito ou da ação penal.

 

                Vale salientar ainda que, tanto o Conselho Nacional do Ministério Público, quanto o Conselho Nacional de Justiça foram criados com a finalidade de não apenas para trazer celeridade à justiça, mas também fiscalizar quem tem o poder-dever de cumprir e fazer cumprir as leis. E, para decepção de todos, isso não vem ocorrendo.

 

                Logo, atitudes como essas, colocam em risco o próprio estado democrático de direito, que é a essência da própria democracia no seu sentido mais amplo. Assim sendo, não podemos nos calar diante do que reputo ser – resquícios da ditadura – a forma como as autoridades judiciárias vêm tratando as pessoas. Lembrem-se todos que: “A injustiça que se pratica hoje contra um; é, amanhã, uma ameaça a todos”.

 



Escrito por Marcelo Paz às 21h33
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DATAFOLHA: Pesquisas sob suspeita.

 

 

 

 

                 Todos sabem que a estatística não é uma ciência exata, contudo sabe-se que, de acordo com a metodologia utilizada, ela pode ser manipulada ao bel-prazer de quem colhe e analisa as amostras. Assim, uma pesquisa pode mostrar o retrato que o instituto desejar, basta, para isso, ajustar o questionário; selecionar as amostras que melhor convier e, finalmente, ponderar os resultados.

 

                 Assim, têm-se, quem sabe, as explicações para as distorções existentes entre as pesquisas Vox Populi, Sensus, Ibope e Datafolha. Ao fazermos uma análise das pesquisas para as eleições presidenciais deste ano, vemos claramente que não se trata meramente de uma mudança metodológica, mas, sim, de uma predileção por uma metodologia que induza a um determinado resultado.

 

                Além do mais, não é a toa que, sistematicamente, as pesquisas Datafolha (Instituto ligado à Folha de São Paulo) vêm mostrando sucessivos empates técnicos entre Serra e Dilma, na contramão do que vêm mostrando os outros institutos. Não se pode deixar de levar em consideração que o jornal paulista faz uma ferrenha oposição ao governo Lula (basta ver a sua linha editorial), pois, diariamente, fazem propagandas negativas do governo Lula e da Dilma e, por outro lado, propagandas sutis e, de vez em quando, escancaradas a favor do tucano paulista.

 

                A atuação do jornal da família Frias começa a suscitar as mais diversas desconfianças acerca das suas verdadeiras intenções para justificar a predileção pelo ex-governador de São Paulo. Vale salientar ainda que atualmente há, na blogosfera, uma série de comentários que colocam sob suspeita a atuação da Folha e do seu instituto.

 

                Dito isso, passou da hora de os órgãos encarregados da lisura do processo eleitoral estarem mais atentos à possível tentativa de manipulação dos dados das pesquisas e, por conseqüência, do resultado das eleições. Até o momento, o TSE vem se debruçando sobre questões menos relevantes que a atuação dos institutos de pesquisas. Olho neles, pois a democracia não pode ficar refém dos institutos e seus interesses, sabem-se lá quais são.



Escrito por Marcelo Paz às 10h51
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Uma economia a todo vapor

 

 

 

                O resultado da pesquisa sobre a taxa de desemprego no Brasil trouxe notícias bastante alvissareiras para os trabalhadores, pois, pela primeira vez desde que começou a série histórica, a taxa ficou em 7%. Um resultado que reflete o bom momento vivido pela nossa economia no pós-crise.

 

                Ainda, na esteira do crescimento econômico, há o aumento da arrecadação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS, cujo valor teve, neste ano, uma elevação de 158% em comparação com o mesmo período do ano passado, chegando, até junho, a um total de 11 bilhões, segundo a Caixa Econômica Federal.

 

                Esse aumento do FGTS vem em um momento muito bom, haja vista que – boa parte dos recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (habitação e saneamento básico) tenha origem nesse fundo.

 

                Assim, a economia brasileira abandona o circulo vicioso e entra em um circulo virtuoso, onde o trabalhador tem emprego e renda. Portanto, agora é hora de aproveitar as oportunidades de emprego para melhorar a condição de vida das pessoas.



Escrito por Marcelo Paz às 22h02
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A Globo e a sua máquina de alienação.

 

 

 

               Qualquer pessoa que esteja, minimamente, atenta às noticias veiculadas na mídia nacional perceberá que, sem a menor cerimônia, ela tenta golpear fatalmente a democracia. Numa linha editorial de extrema direita, a mídia golpista, no Brasil, liderada pelas organizações Globo, tenta desmoralizar o governo que não atende às suas aspirações comerciais.

 

                Desse modo, verificamos que os telejornais, rádios e jornais ligados à emissora do clã Marinho – ao longo de décadas – veem prestando um enorme desserviço à Nação. São golpistas que tentam disfarçar, pois fazem isso abertamente esquecendo de que são meramente uma concessão pública, e não um negócio privado.

 

                Ontem, à noite, jornalistas da Rede Globo, mais uma vez defecaram mentiras e ambigüidades para os telespectadores da emissora, quando – numa atitude tresloucada – deixaram de dar ênfase às melhorias na condição de vida do trabalhador e passaram e ocultar e inventar para o público, informações inverossímeis acerca da nossa economia.

 

                 Assim, passou da hora de essas pessoas serem chamadas às falas e às cortes do judiciário para prestarem contas dos crimes que comentem contra a segurança nacional e, sobretudo, contra a soberania do País. Basta, pois, afinal de contas: Todo poder emana do povo, e em seu nome será exercido.



Escrito por Marcelo Paz às 00h42
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